Pesquisa

PROJETOS

EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA NA ESCOLA HACKER
Data de início: 01/07/2022 Data de término: em andamento.
Apoio: Capes (PVE-Print, nº 88887.937228/2024-00)
Participantes: Andrea Lapa – pesquisadora principal (UFSC).
Instituições na rede: City University os New York (Cuny) e UFSC.
Descrição
Após a pandemia e a retração democrática no Brasil, a atual proposta de investigação vai consolidar, atualizar e ampliar a rede de investigadores na temática da educação para a cidadania com a integração de tecnologias. Em seguida, vai analisar práticas pedagógicas inovadoras para agregar aportes dessas experiências à metodologia de educação hacker desenvolvida no Brasil (projeto “Conexão Escola-Mundo”), para experimentar sua criação e desenvolvimento em outro contexto cultural. Através de metodologias qualitativas e colaborativas serão realizadas: revisão sistemática de literatura, mapeamento do campo científico e de práticas pedagógicas do tema, análise de entornos educativos inovadores de educação para a cidadania e pesquisa-ação em outras escolas. Com o objetivo de produzir de referenciais para a formação de professores e para as políticas públicas, serão apontados espaços de educação para a cidadania em: práticas pedagógicas promotoras da participação, colaboração e ação política de jovens e crianças, na integração crítica e criativa de TIC ao ensino, em metodologias colaborativas para a formação continuada de professores e estudantes.

CONEXÃO ESCOLA-MUNDO: ESPAÇOS INOVADORES PARA FORMAÇÃO CIDADÃ
Data de início: 01/02/2018 Data de término: em andamento
Apoio: CNPq (CHSSA 2016, nº 440065/2017-8); FAPESC (ProEventos-3/2017-2018,  1199/2017)
Coordenador: Geral Nelson Pretto (UFBA)
Coordenadora UFSC: Andrea Lapa
Participantes do Comunic: Marina Bazzo de Espíndola, Vinicius Faria Culmant Ramos, André Ary Leonel, Thereza Cristina Bertazzo Silveira Viana,  Carla Cristiane Loureiro, Josalba Ramalho Vieira, Marina Guazzelli Soligo, Marivone Piana, Lara Souto-Maior, Carla Loureiro, Silvia Martins, Lisley Teixeira, Ana Carina Baron Engerroff, Fabíola Cirimbelli Búrigo Costa, André Vagner Peron de Morais, Maria Fernanda Batista Faraco, Corina Martins Espíndola, Andreson Lopes Lacerda, Isabel Colucci Coelho, Ricardo Casarini Muzy, Sabrina Severo da Silva, Ingrid Nicola Souto, Florência Medina Rakos, Natalia Benatti Zardo De Curci, Siliara Borges Ritta,Tainá Revelles Vital, Katiane Ferreira, Juary Costa Rocha,Christian Carlos dos Santos Roos, Alessandra Peixe, Rafaella Lisboa, Jaqueline Padilha, Evelyn Oliveira, Monique D’Avila, Ian Narciso Rocha Lima, Yolanda Arceno Cardoso.
Instituições na rede: Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universitat de Barcelona/Espanha, Università Roma Tre/Italia, Instituto de Desenvolvimento e Direitos Humanos (IDDH), Universidade da Região de Joinville (UNIVILLE), Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e UFSC.
Descrição
Trata de uma rede de pesquisadores e instituições que através de uma prática de trabalho colaborativo de ação e reflexão propõem a experimentação de um ecossistema educativo alternativo, construído na e com as escolas. Uma práxis inovadora de educação em direitos humanos, entendida como uma formação para a cidadania através da imersão na cultura digital em uma perspectiva ativista de empoderamento, autoria e produção colaborativa, que chamamos de escola hacker.
A metodologia de intervenção político-artística se realiza em escolas públicas (Santa Catarina e Bahia), enquanto investigamos temas como: escola hacker/educação hacker; educação para a cidadania e direitos humanos na cultura digital; formação de professores; políticas públicas em educação e institucionalização da educação hacker em Direitos Humanos; uso e desenvolvimento de ferramentas digitais da educação hacker.
Instituições na rede: Universitat de Barcelona/Espanha; Roma-Tre/Itália; UFBA; UFRGS; UFES; Univille; UFSC; IDDH (ONG de Direitos Humanos).

APP2FIVE – REDISEÑANDO APPS EDUCATIVAS DE CALIDAD DIRIGIDAS A LA PRIMERA INFANCIA
Data de início: 01/08/2019 Data de término: 31/07/2022
Apoio: Ministerio de Economia, Industria y Competitividad, Programa Estatal de Fomento de la Investigación Científica y Técnica de Excelencia.
Coordenadora geral: Lucrezia Crescenzi Lanna (UVIC-España)
Coordenadora UFSC: Andrea Lapa
Participantes: Eulàlia Massana (UVIC-España); Mariona Grane (UB-España); M. Esther Del Moral , M. Rosario Neira y Lourdes Villalustre (UNIOVI-España); Marta Lopez (UOC-España); Elisabeth Reina y Francisco José Ruiz (UMA-España); Silvina Casablancas (FLACSO-Argentina); Tainá Vital (UFSC-Brasil).
Instituições na rede: Espanha: Fundacio Universitaria Balmes De Vic; Universidad de Oviedo; Universidad de Barcelona; Universidad de Oviedo; Universitat Oberta de Catalunya; Universidad de Malaga; Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales, UFSC
Descrição
O projeto parte do pressuposto que a partir de jogos digitais de qualidade é possível promover a aprendizagem proporcionando o recurso educativo adequado  ao desenvolvimento infantil e e a diversidade funcional. A hipótese do projeto é de há um conjunto de limites e erros de desenho e conteúdo que resultam em um obstáculo insuperável para a interação e compreensão dos jogos e, em consequência, limita o processo de aprendizagem potencializado pela tecnologia, já que o problema reside no uso que se faz das ferramentas e não das ferramentas em si. O Projeto App2five investiga quais são os elementos de conteúdo e de desenho interativo mais eficazes e que permitem gerar adaptações ao jogo, de acordo com a evolução do desenvolvimento infantil e as necessidades específicas de cada criança. Para isso vai analisar a interação individual e coletiva de crianças de 18 meses a 5 anos com Apps educativos para dispositivos móveis através de uma metodologia invasiva observacional em sala de aula. 

DESAFIOS PARA A PESQUISA, A FORMAÇÃO DOCENTE E AS APRENDIZAGENS NA EDUCAÇÃO BÁSICA NA CIBERCULTURA EM TEMPO DE APP-LEARNING
Data de início: 16/01/2017 Data de término: 15/01/2020
Apoio: CAPES/FACITEC/SE, nº 10/2016
Coordenadora geral: Cristiane Porto (UNIT)
Coordenadora UFSC: Andrea Lapa
Participantes UFSC: Andrea Lapa, Isabel Coelho, Andreson Lacerda, Vania Koerich, Ingrid Souto.
Instituições na rede: UNIT; UERJ; UFSC.
Descrição
Este projeto objetiva desenvolver estudos e trocar experiências, de professores e pesquisadores, sobre o uso de aplicativos e dispositivos diversos e também sobre a formação que acontece através deles, visando criar novos olhares, novas maneiras de estudar e propor sua integração à educação. Os desafios e as dinâmicas que os aplicativos proporcionam em diversos processos de ensino e aprendizagem na era das conectividades serão multireferenciados para a criação de novas definições e práticas.

EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA: INVESTIGANDO O POTENCIAL DAS REDES SOCIAIS VIRTUAIS PARA A FORMAÇÃO DO SUJEITO E A PRODUÇÃO COLETIVA DO CONHECIMENTO  (RPPE)
Data de início: 01/04/2013 Data de término: 30/03/2016
Apoio: Obeduc/CAPES e Humanas/CNPq
Coordenadora UFSC e CNPq: Andrea Lapa
Coordenadora (Obeduc/CAPES): Tamara Tania Cohen Egler
Participantes: Marina Bazzo de Espíndola, Simone Leal Schwertl, André Ary Leonel, Ana Carla Mees, Jaisson Ramos, Jane Bauer Argenta, Maria do Carmos Ávila Lehmkuhl,, Andreson Lopes Lacerda, Ingrid Nicola Souto, Graziela Gomes Stein Teixeira Vânia Amélia Miranda Koerich, Sabrina Botelho Kons, Vinícius Ramos, NIlza Gomes, Robson Ferreira Fernandes, Marilia Lara Bergamo, Leonardo Calbusch, Cesar Smaniotto Júnior, Arisnaldo Adriano da Cunha, Giliane Bruna Nicoluzi Rebello, Fran Cardoso, Jean Carlos Sales Pantoja, Pedro Júlio Ramos Rebeschini, Samuel Heidermann , Antonio Augusto Menezes Wundervald.
Instituições em rede: UFRJ, UFF/Campos e UFSC.
Descrição
Este projeto de pesquisa se refere ao Núcleo UFSC do Projeto em Rede do Observatório de Educação da Capes – 20336_OBEDUC/2012, intitulado redes de Políticas Públicas e Educação (RPPE), sob coordenação geral de Tamara Egler (IPPUR/UFRJ). O Núcleo UFSC investigou ações nas redes sociais que são indicativas de se tornarem espaços de possibilidade para a formação do sujeito. Primeiramente pelo conhecimento das iniciativas já existentes, no que elas são capazes de atender ao objetivo de formação do sujeito. E depois na proposição e na investigação em ação de uma possível apropriação das redes sociais, que permita analisar os desafios e conflitos para a educação (dentro e fora da escola) para uma apropriação das redes sociais como espaços de possibilidade para a formação do sujeito e a construção coletiva do conhecimento científico. 

ESPAÇOS DE POSSIBILIDADE PARA A FORMAÇÃO CRÍTICA NA CIBERCULTURA
Data de início: 01/03/2014 Data de término: 28/02/2015
Apoio: Estágio pós-doutoral /CAPES
Participantes: Andrea Lapa – pesquisadora principal (UFSC)
Instituições em rede: Universitat de Barcelona/Espanha e UFSC.
Descrição
Pesquisa de estágio pós-doutoral, realizada na Universitat de Barcelona, Espanha. A partir do pressuposto de que os espaços sociais existentes na web 2.0 são um espaço privilegiado para a existência do sujeito e sua formação. Estes espaços sociais, se puderem se tornar esferas públicas no sentido habermasiano, poderiam estar presentes na formação crítica do sujeito e, portanto, nas práticas pedagógicas dos espaços educativos formais e não-formais. A pesquisa trata de revisão bibliográfica e busca de métodos e técnicas de pesquisa em big data para o desenho de investigação de novos movimentos sociais na web, em busca de fatores e circunstâncias para o fortalecimento de sujeitos. Orientador: Antonio Bartolomé Pina (Departamento de Didactica/Universitad de Barcelona) 

ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS E EXPERIÊNCIAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA MODALIDADE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Data de início: 01/08/2010 Data de término: 28/02/2013
Apoio: CNPq/PIBIC
Coordenadora: Rose Cerny
Participantes: Andrea Lapa, Graziela Gomes Stein Teixeira, Karina Bernardes de Oliveira e Silva, Sabrina Botelho Kons
Descrição
Este projeto pretendeu mapear os indicadores sócios educacionais do ensino superior no Brasil ofertado na modalidade a distância e numa segunda etapa acompanhar e avaliar qualitativamente as experiências de formação de professores em instituições públicas de ensino superior que passam a formar professores pela EaD. Busca levantar indicadores quantitativos de expansão do ensino superior e indicadores de qualidade das experiências de formação de professores na modalidade a distância, que permitirão avaliar a contribuição da EaD para as políticas desta área. Como resultado, também, pretendemos propor parâmetros e modelos de coleta de informações ao MEC/INEP para acompanhar e avaliar quantitativamente e qualitativamente a formação de professores.

REDEFINIR A UNIVERSIDADE: NOVOS MODELOS PARA A APRENDIZAGEM EM REDE
Data de início: 01/01/2012 Data de término:31/12/2012
Apoio: CAPES/DGU n. 22/2012
Coordenadora: Andrea Lapa
Participantes: Rose Cerny, Nilza Gomes, Isabella Benfica, Marina Bazzo de Espíndola, Juliana Bergmann.
Descrição
Cooperação internacional para aproximação e parceria de grupos de pesquisa  (LMI e COMUNIC). Foram organizados dois eventos, um na UFSC/Brasil e outro na Universidade de Barcelona/Espanha, para debater as mudanças na universidade diante da difusão da internet e suas implicações à educação. Ambos grupos dedicam-se à formação de professores e à criação de novos entornos educativos. A parceria possibilitou compreender que mais do que repensar a universidade, esta reflexão tem como contraponto a ação, dimensão que os grupos também reafirmaram, posto que atuam na proposição de espaços educativos inovadores (no nosso caso através da vinculação ao LANTEC). 

APRENDER E ENSINAR COM AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO: A EXPERIÊNCIA DA UFSC NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES ATRAVÉS DA MODALIDADE À DISTÂNCIA
Data de início: 01/05/2009 Data de término: 30/04/2011
Apoio: CNPq/PIBIC
Coordenadora: Andrea Lapa
Participantes: Rose Cerny, Nilza Gomes, Isabella Benfica, Maria Luiza Belloni, Graziela Gomes Stein Teixeira, Sabrina Botelho Kons, Jéssica Schiller.
Descrição
Partiu de uma perspectiva da mídia-educação de uma educação para os meios e pelos meios, isto é, uma educação que promove uma formação crítica através das mídias, mas também para as mídias. A proposta de pesquisa referiu-se ao estudo do papel docente na modalidade a distância, estudado a partir da experiência dos profissionais envolvidos nos projetos de formação de professores da UFSC na EaD. Tratou de uma pesquisa qualitativa, através da metodologia da teoria enunciativa de Bakhtin e o método da auto-observação. Foi realizado por meio de levantamento e coleta de dados, que foram os textos dos nativos acerca do objeto, e da análise do diálogo entre textos em busca da atribuição de sentidos gerados a partir desta observação de conflitos e tensões.

FORMAÇÃO CRÍTICA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Data de início: 01/04/2007 Data de término: 30/03/2009
Apoio: CNPq/PIBIC
Coordenadora: Andrea Lapa
Participantes: Tainá Coelho
Descrição
Este estudo apontou caminhos para desenvolver a formação crítica do sujeito através da educação a distância. Para tal propôs desenvolver a pesquisa em duas frentes:
1) na abordagem teórica para uma aproximação entre o discurso comum do campo educacional da prática da educação a distância, de modo a indicar caminhos para uma apropriação das TIC segundo objetivos característicos do campo. 
2) na análise exploratória de cursos – para identificar uma prática pedagógica possível de ser adotada para promover a formação crítica do sujeito em uma educação mediada pela tecnologia.
Uma apropriação não-instrumentalista das TIC na Educação a Distância (EaD) demanda que se procure identificar quais são as condições de apropriação que determinam e restringem a formação crítica, e quais são as que se apresentam em estado de latência, e, portanto, que são passíveis de serem exploradas enquanto possibilidade. Tanto no que se refere à existência e consolidação de uma abordagem teórica que construa a ponte entre o discurso comum do campo educacional e as práticas didáticas que incorporam as TIC (como meio e como objeto de estudo), quanto no que se refere à análise exploratória de práticas de ensino e de aprendizagem mediadas pelas TIC como um possível lugar para a formação crítica do sujeito.